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BRIDGE MARKETS: Venceu Torneio, Ganhou US$ 10 Mil e Foi Expulso; Corretora Ainda Confiscou Mais US$
Resumo:O que acontece quando uma academia de trading se alia a uma corretora para atrair vítimas e roubar seus lucros? O caso do investidor colombiano FX1739083371 expõe exatamente essa fraude em forex coordenada. Ele venceu um torneio promovido pelo Lion Mode Club e deveria receber US$ 10.000 como prêmio. Em vez do pagamento, foi expulso e bloqueado. Paralelamente, na BRIDGE MARKETS — a corretora parceira —, teve US$ 3.800 em ganhos legítimos confiscados sob a alegação absurda de que "muitas operações" (mais de 600) configurariam "jogo". Com registro nas Ilhas Marshall, licença regulatória suspeita e pontuação 2.08/10 na WikiFX, a BRIDGE MARKETS opera como uma plataforma falsa que usa qualquer desculpa para não pagar. Este artigo expõe o modus operandi desta corretora fraudulenta e alerta: no mercado forex, a parceria entre "educadores" e brokers desonestos é a nova cara do golpe online.

Data: 23 de Fevereiro de 2026
O que acontece quando uma academia de trading se alia a uma corretora para atrair vítimas e roubar seus lucros? O caso do investidor colombiano FX1739083371 expõe exatamente essa fraude em forex coordenada. Ele venceu um torneio promovido pelo Lion Mode Club e deveria receber US$ 10.000 como prêmio. Em vez do pagamento, foi expulso e bloqueado. Paralelamente, na BRIDGE MARKETS — a corretora parceira —, teve US$ 3.800 em ganhos legítimos confiscados sob a alegação absurda de que “muitas operações” (mais de 600) configurariam “jogo”. Com registro nas Ilhas Marshall, licença regulatória suspeita e pontuação 2.08/10 na WikiFX, a BRIDGE MARKETS opera como uma plataforma falsa que usa qualquer desculpa para não pagar. Este artigo expõe o modus operandi desta corretora fraudulenta e alerta: no mercado forex, a parceria entre “educadores” e brokers desonestos é a nova cara do golpe online.
O Caso FX1739083371: Quando Vencer É Perder
O relato do investidor colombiano FX1739083371 é estarrecedor e revela uma estratégia de fraude em dois níveis, envolvendo uma academia de trading e uma corretora atuando em conluio.
O cliente participou de um torneio de trading promovido pelo Lion Mode Club, uma academia que se propõe a ensinar estratégias de negociação. Ele não apenas participou: ele venceu. O prêmio? US$ 10.000.

O que deveria ser o momento de glória e recompensa transformou-se em um pesadelo. Em vez de receber o prêmio, o investidor foi expulso e bloqueado pela academia. Sem explicações. Sem pagamento. Sem qualquer possibilidade de defesa.
Mas a tragédia não parou por aí.
Na BRIDGE MARKETS, a corretora indicada ou parceira do Lion Mode Club, o investidor mantinha uma conta de trading com ganhos legítimos no valor de US$ 3.800. Quando tentou acessar esses recursos, a corretora simplesmente os confiscou.
Qual foi a justificativa? Segundo o relato do cliente, a BRIDGE MARKETS alegou que ele realizou “muitas operações” (mais de 600) e classificou sua atividade como “jogo” para fundamentar o confisco dos lucros.

O próprio investidor resume com perfeição: “É uma fraude coordenada: a academia atrai traders e a Corretora confisca o dinheiro dos lucrativos. Tenho provas de e-mails, chats e capturas de tela do MetaTrader.”
Este é o retrato mais claro de um esquema Ponzi moderno: uma estrutura que usa a fachada de “educação financeira” para atrair vítimas, direcioná-las a uma corretora cúmplice, e, quando elas finalmente obtêm sucesso, são punidas com o confisco e o banimento.

Panorama da BRIDGE MARKETS: A Fachada nas Ilhas Marshall
Histórico e Registro: O Paraíso da Falta de Regulação
A BRIDGE MARKETS está registrada nas Ilhas Marshall, um pequeno país insular no Pacífico conhecido por sua legislação extremamente permissiva e pela completa ausência de supervisão financeira efetiva. O endereço fornecido — “Trust Company Complex, Ajeltake Road, Ajeltake Island, Majuro” — é um típico endereço de serviços corporativos de fachada, utilizado por centenas de empresas de risco.
A empresa se apresenta como uma corretora global, com supostos escritórios de atendimento e uma estrutura que tenta parecer internacional. No entanto, a WikiFX é categórica em sua avaliação:
- “Nenhuma licença de negociação Forex encontrada. Por favor, esteja atento aos riscos.”
- “Verificado: o comerciante não possui uma licença válida. Por favor, esteja alerta!”
- “Aviso: pontuação baixa, por favor, fique longe!”
A pontuação da BRIDGE MARKETS é de 2.08/10, um índice abissal que a coloca na lista negra das corretoras avaliadas pela plataforma. O selo “Risco potencial alto” é mais que justificado, especialmente diante do relato do investidor colombiano.
A Falsa Alegação de Regulamentação NFA
Um ponto crítico nas informações da BRIDGE MARKETS é a alegação de que estaria “registrada na NFA nos Estados Unidos”. A WikiFX, no entanto, não confirma esta informação como uma licença válida de negociação Forex.
É importante esclarecer: o registro na NFA (National Futures Association) sem uma licença ativa e específica para operar como corretora de varejo não significa absolutamente nada. Muitas empresas fazem um registro básico nos EUA apenas para poderem usar a frase “registrado na NFA” em seus materiais de marketing, enganando investidores desavisados.
A BRIDGE MARKETS NÃO é regulada pela NFA para operar como corretora Forex. Se fosse, estaria sujeita a auditorias rigorosas, segregação de contas e fundos de garantia — requisitos que esta empresa claramente não cumpre.
Os Serviços: A Isca Perfeita
Assim como outras corretoras fraudulentas, a BRIDGE MARKETS montou uma vitrine atraente:
- Instrumentos de Mercado:Forex, Índice de Criptomoedas, Metais, Ações.
- Tipos de Conta: Básica, ECN e MAM, com depósito mínimo a partir de US$ 0 (zero) — um chamariz perigoso.
- Alavancagem: Até 1:500.
- Plataforma de Negociação:MetaTrader 5 (MT5) , com servidores localizados na França.
- Spreads: A partir de 0.0 pips, condições que parecem excelentes demais para ser verdade.
- Copy Trading e Social Trading: Recursos que prometem ao iniciante “copiar” traders de sucesso.
- Educação: Webinars, seminários e uma “academia de trading” — o gancho perfeito para atrair vítimas como as do Lion Mode Club.
A conta com depósito zero é uma isca clássica. O investidor pensa: “Não preciso arriscar nada para começar”. Mas, ao depositar e começar a operar, está entrando em um ambiente totalmente desregulado, onde as regras são escritas e reescritas conforme a conveniência da corretora.

A Conexão Criminosa: Academia e Corretora Atuando em Conluio
O caso FX1739083371 expõe uma das faces mais perversas do golpe forex moderno: a aliança entre “educadores financeiros” e corretoras desonestas.
O Papel do Lion Mode Club
Academias como o Lion Mode Club funcionam como “pescadores” de vítimas. Elas:
- Oferecem cursos, webinars e mentorias.
- Promovem torneios de trading com prêmios atrativos para atrair participantes.
- Criam uma comunidade de “traders de sucesso” que inspira confiança.
- Indicam ou exigem que os alunos abram conta em corretoras parceiras — neste caso, a BRIDGE MARKETS.
Quando um participante se destaca demais — como o investidor colombiano, que venceu o torneio —, ele se torna um “problema”. Pagar US$ 10.000 de prêmio não estava nos planos. A solução? Expulsar e bloquear. Sem pagamento. Sem explicação. Sem recurso.
O Papel da BRIDGE MARKETS
A corretora, por sua vez, atua como o “braço armado” da fraude. Ela:
- Recebe os alunos indicados pela academia.
- Oferece condições de trading aparentemente vantajosas.
- Permite que os traders operem e, em muitos casos, acumulem lucros.
- Quando o saque é solicitado, inventa uma desculpa esfarrapada para confiscar o dinheiro.
No caso do investidor colombiano, a desculpa foi o número de operações: mais de 600. A BRIDGE MARKETS classificou sua atividade como “jogo” — um termo que não existe em nenhum contrato sério de corretora — para justificar o confisco de US$ 3.800 em lucros legítimos.
É importante destacar: não existe regra em corretoras sérias que limite o número de operações que um trader pode realizar. Pelo contrário, traders ativos, que operam com alta frequência, são comuns no mercado forex. A acusação de “muitas operações” é apenas um pretexto inventado para o bloqueio de conta.
Análise dos Riscos: O Modus Operandi da BRIDGE MARKETS
O caso do investidor colombiano, somado às características da BRIDGE MARKETS, revela um padrão de conduta criminosa que todo investidor precisa conhecer.
1. A Armadilha do Torneio e do Prêmio Inexistente
Promover torneios de trading com prêmios em dinheiro é uma estratégia de marketing agressiva usada por corretoras e academias para atrair um grande número de participantes. O investidor colombiano prova que, para a BRIDGE MARKETS e o Lion Mode Club, esses prêmios são apenas propaganda enganosa. Quando alguém realmente vence, a reação é expulsar a vítima em vez de pagar.
2. A Acusação Genérica de “Jogo” ou “Abuso”
O termo “jogo” usado pela BRIDGE MARKETS para classificar mais de 600 operações é um absurdo completo. Trading de alta frequência é uma prática legítima. A corretora criou uma acusação fictícia porque não tinha nenhuma cláusula real dos Termos & Condições para justificar o confisco.
Esta é a mesma tática usada por outras corretoras fraudulentas: quando não conseguem encontrar uma violação real, inventam uma.
3. O Conluio com “Academias” e “Influenciadores”
A parceria entre a BRIDGE MARKETS e o Lion Mode Club é um alerta máximo. Muitas corretoras desonestas recrutam influenciadores, youtubers e “gurus” para promover seus serviços. A vítima confia no “professor” e não desconfia que ele está sendo pago para atraí-la para um golpe.
4. O Uso do MT5 Como Cortina de Fumaça
A BRIDGE MARKETS oferece MetaTrader 5, com servidores na França. Isso dá a falsa impressão de que a empresa é europeia ou regulada por padrões europeus. Não é. A localização do servidor não implica regulamentação. É apenas um aluguel de espaço em um data center.
5. Depósito Zero: A Porta de Entrada para o Problema
Oferecer depósito mínimo de US$ 0 é uma estratégia para atrair o máximo de pessoas possível. O investidor pensa: “Não tenho nada a perder”. Mas, ao depositar qualquer valor, já está inserido em um ambiente de altíssimo risco, onde suas operações podem ser classificadas como “jogo” a qualquer momento.
6. A Exclusão Seletiva de Países
A BRIDGE MARKETS informa que não aceita clientes de diversas jurisdições, incluindo EUA, Canadá e países da EEA (União Europeia). Por quê? Porque são justamente os países com regulações mais rígidas, onde uma operação como a dela seria imediatamente investigada e fechada. A BRIDGE MARKETS foca em países da América Latina (como a Colômbia, de onde vem a vítima), Ásia e África, onde a fiscalização é mais frágil.
Sinais de Alerta Forex: Como Não Cair na Teia BRIDGE MARKETS
A história do investidor colombiano oferece lições valiosas para qualquer pessoa que deseje operar forex com segurança.
1. Desconfie de Parcerias entre “Academias” e Corretoras
Se uma academia de trading indicar UMA ÚNICA corretora como parceira oficial, desconfie. Pode ser um esquema de indicação paga onde seu prejuízo é o lucro deles. Pesquise a corretora de forma independente antes de abrir conta.
2. Torneios com Prêmios Altos São Iscas
Promessas de prêmios em dinheiro fáceis são quase sempre propaganda enganosa. Se você participar, esteja ciente de que pode nunca ver a cor desse dinheiro — especialmente se a corretora for desregulada.
3. “Muitas Operações” Não É Motivo para Confisco
Nenhuma corretora séria limita o número de operações que um cliente pode realizar. Se ouvirem essa desculpa, é sinal de que estão procurando qualquer pretexto para não pagar. Guarde todas as provas e denuncie imediatamente.
4. Verifique a Regulamentação Antes de Tudo
A BRIDGE MARKETS tem nota 2.08 na WikiFX e não possui licença válida. Isto, por si só, já deveria ser o bastante para qualquer investidor fugir. Não existe “oportunidade segura” em corretoras não regulamentadas. Consulte sempre a WikiFX antes de depositar.
5. Desconfie de Depósito Zero
Depósito mínimo zero é uma isca para atrair os incautos. Corretoras sérias têm custos operacionais e estabelecem um depósito mínimo compatível com o mercado. O “zero” é apenas um chamariz.
6. Desconfie de Termos Vagamente Definidos
Se a corretora não tem uma política clara sobre scalping, número de operações, ou estratégias permitidas, fuja. Termos vagos permitem que eles interpretem qualquer coisa como “violação” na hora do saque.
Comparação: BRIDGE MARKETS vs. Uma Corretora Regulamentada
Para dimensionar o abismo entre a BRIDGE MARKETS e um broker sério:
| Característica | Broker Regulamentado (FCA/ASIC/CVM) | BRIDGE MARKETS |
| Regulamentação | Sim, com supervisão ativa | Zero (Ilhas Marshall) |
| Alavancagem Máxima | Até 1:30 (varejo) | Até 1:500 (predatória) |
| Depósito Mínimo | Definido e justificado | US$ 0 (isca) |
| Justificativa para Bloqueio | Baseada em regras claras e auditáveis | “Muitas operações” / “Jogo” |
| Torneios e Prêmios | Reais e pagos | Isca para atrair vítimas |
| Parcerias com Academias | Independentes e sem indicação obrigatória | Conluio para captura de clientes |
| Pontuação WikiFX | Acima de 7.0 | 2.08 (altíssimo risco) |
Esta tabela não deixa margem para dúvidas: a BRIDGE MARKETS opera em um patamar de risco inaceitável.
Conclusão: BRIDGE MARKETS e Lion Mode Club São Duas Faces da Mesma Fraude
O caso FX1739083371 é a prova cabal de que a BRIDGE MARKETS não é uma corretora legítima, mas sim uma operação criminosa estruturada em parceria com “educadores” para atrair, explorar e roubar traders.
A sequência de eventos é clara:
- O Lion Mode Club atrai a vítima com um torneio de trading.
- A vítima abre conta na BRIDGE MARKETS (provavelmente por indicação ou exigência da academia).
- A vítima VENCE o torneio e deveria receber US$ 10 mil.
- A academia a expulsa e bloqueia, sem pagar.
- A vítima tenta sacar seus lucros legítimos de US$ 3.800 na corretora.
- A BRIDGE MARKETS confisca os lucros sob a alegação ridícula de “muitas operações” e “jogo”.
- A vítima fica sem o prêmio, sem os lucros e sem qualquer recurso.
Some-se a isso:
- Regulamentação zero nas Ilhas Marshall.
- Falsa alegação de registro na NFA para enganar investidores.
- Depósito zero como isca.
- Alavancagem predatória de 1:500.
- Uso do MT5 como fachada de credibilidade.
- Pontuação 2.08/10 na WikiFX, um atestado de óbito.
A BRIDGE MARKETS é, em essência, uma plataforma falsa que utiliza a própria estrutura de “educação financeira” como arma contra o cliente. Eles não querem que você lucre. Eles querem que você DEPOSITE, e, se por acaso você ganhar dinheiro, eles inventam uma regra para confiscá-lo.
O investidor colombiano fez tudo certo: estudou, participou, venceu, operou com estratégia, lucrou. E foi punido por isso.
A mensagem para investidores, especialmente na América Latina — onde a BRIDGE MARKETS foca sua atuação (o impacto #1 é na Colômbia) —, é clara e urgente:
Não deposite. Não negocie. Não confie em “academias” que indicam corretoras específicas.
A WikiFX já fez o trabalho de casa. A nota 2.08 e o selo “Aviso: pontuação baixa, por favor, fique longe! ” são a bússola que você precisa para não naufragar neste mar de golpes online forex.
Proteja seu capital. Consulte a WikiFX antes de cada depósito. E lembre-se: se uma corretora precisa se aliar a uma “academia” para atrair clientes e depois inventa desculpas para não pagar, é porque a honestidade não é a regra — é a exceção que nunca existiu.

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